Ronaldo Luiz Nazário de Lima, o fenômeno, completa 35 anos de idade no dia 22 de setembro. É o maior artilheiro de todas as Copas do Mundo com 15 gols.
O início
O centroavante fez sua estreia no futebol profissional em 7 de setembro de 1993 em um jogo entre Cruzeiro e Corinthians, pelo campeonato brasileiro. Naquele ano, o atleta fez 12 gols em 14 jogos.
O fenômeno marcou cinco gols em uma única partida, contra o Bahia. Além de ser artilheiro da supercopa da Libertadores com 8 gols.
Europa
O jogador foi vendido ao PSC Eindhoven, da Holanda, por 6 milhões de dólares. Na Europa, jogou ainda por Barcelona, Internazionale, Real Madrid e Milan.
Gols
No PSV foram 54 gols em 57 jogos; no Barcelona, 47 gols em 49 jogos;
No Internazionale, 59 gols em 99 jogos;
No Real Madrid marcou 104 gols em 177 jogos e no Milan assinalou 9 gols em 20 jogos.
Seleção brasileira
Ronaldo disputou as Copas do Mundo de 1994, 1998, 2002 e 2006. O atleta marcou 15 gols, ganhou duas copas do mundo e foi vice-campeão em outra. Um atacante fenomenal.
O fim
O atleta encerrou a carreira no Corinthians, quando o time foi eliminado na pré-libertadores pelo modesto Deportes Tolima.
Em suma, Ronaldo deve ser homenageado por tudo que fez pelo futebol brasileiro. É um atleta que serve de exemplo para muitos jovens em início de carreira, por sua dedicação, perseverança e vontade de vencer sempre.
Tags: Ronaldo, fenômeno, Copa do Mundo, artilheiro
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
Brasil e Argentina: clássico sem graça
Quem esperava um futebol vistoso e vibrante, no superclássico entre Brasil e Argentina, decepcionou-se. O jogo foi muito fraco tecnicamente e com poucas chances de gols.
O torneio
O jogo faz parte do campeonato denominado superclássico das Américas em que Brasil e Argentina se enfrentam duas vezes por ano - ida e volta - para definir o campeão. A principal regra deve-se ao fato de só jogadores que atuam no campeonato brasileiro e argentino poderem participar.
O jogo
Técnica e taticamente deixou a desejar. O Brasil com três volantes no meio-campo não criava nada. A dependência da equipe estava nos pés de Neymnar e Ronaldinho Gaúcho.
Dessa forma, a bola quase não chegava ao Leandro Damião, que foi o protagonista do lance mais bonito da partida. Pelo lado direito do campo deu um chapéu de carretilha no marcador e mandou a bola na trave. A jogada foi tão bonita que arrancou aplausos dos torcedores argentinos.
A Argentina, por sua vez, ficou na defesa esperando o Brasil para jogar no contra-ataque. Efetivamente criou pouco.
O resultado de empate foi justo pelo pouco futebol apresentado pelas equipes.
Jogo de volta
No dia 28 de setembro, Brasil e Argentina jogam novamente em Belém do Pará. A vitória dará o título ao vencedor e o empate leva a decisão aos pênaltis.
Decerto os torcedores desses dois tradicionais países esperam um pouco de futebol e raça.
Tags: Brasil, Argentina, superclássico
O torneio
O jogo faz parte do campeonato denominado superclássico das Américas em que Brasil e Argentina se enfrentam duas vezes por ano - ida e volta - para definir o campeão. A principal regra deve-se ao fato de só jogadores que atuam no campeonato brasileiro e argentino poderem participar.
O jogo
Técnica e taticamente deixou a desejar. O Brasil com três volantes no meio-campo não criava nada. A dependência da equipe estava nos pés de Neymnar e Ronaldinho Gaúcho.
Dessa forma, a bola quase não chegava ao Leandro Damião, que foi o protagonista do lance mais bonito da partida. Pelo lado direito do campo deu um chapéu de carretilha no marcador e mandou a bola na trave. A jogada foi tão bonita que arrancou aplausos dos torcedores argentinos.
A Argentina, por sua vez, ficou na defesa esperando o Brasil para jogar no contra-ataque. Efetivamente criou pouco.
O resultado de empate foi justo pelo pouco futebol apresentado pelas equipes.
Jogo de volta
No dia 28 de setembro, Brasil e Argentina jogam novamente em Belém do Pará. A vitória dará o título ao vencedor e o empate leva a decisão aos pênaltis.
Decerto os torcedores desses dois tradicionais países esperam um pouco de futebol e raça.
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